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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Desejos



E eu desejo que seu novo ano seja melhor que o anterior. Que você tenha a quem amar e que esse amor seja recíproco. Desejo que você tenha amigos em quem confiar. Que você use protetor solar, que cuide de sua saúde e de seu bem-estar. Desejo muitas alegrias. Mas desejo também um pouco de tristeza pois são nelas que criamos forças para continuarmos a seguir em frente. Espero que você beba menos refrigerante, coma mais frutas, pratique exercícios e coma menos carne vermelha. Que você encontre novos amigos, novos amores, visite outros lugares e exerimente novos sabores.Desejo paz nesse mundo tão sangrento e encontre forças para continuar vencendo. Que você seja feliz na maior parte do seu ano. Desejo sorte, saúde, sucesso. Desejo que você possa praticar a caridade e o perdão. Que você nunca desista de seus sonhos pois eles são o alimento de nossa alma. E sem esta, não seriamos nada e ao pó retornaríamos.
Dedico essa mensagem à vocês, meus (poucos) leitores.
Obrigada e um feliz 2011!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Excesso


Porque ela era assim, ninguém sabia. O porquê dela ficar pensando em coisas que não devia mais pensar e em pessoas que não pensam mais nela. Ninguém sabia o porquê de pensar mais nos outros do que nela. Não era pela falta do que fazer. Talvez fosse pelo excesso. Excesso de preocupação o bem-estar de quem ela tanto amava.
Volta e meia, ela perdia noites de sono, passava horas em claro lembrando-se de coisas que não pertenciam mais a ela. Um dia pertenceu, mas não pertence mais. E chorava... chorava até seus olhos ficarem secos por falta de lágrimas. Mas o problema talvez não fosse a falta. E sim, o excesso.
Com a falta ela já convivia a um tempo e já estava acostumada com isso. Com o excesso, estava aprendendo a conviver.
Ela era sentimental demais. Isso a fazia sofrer e chorar. Ela sabia que sofrer e chorar não iria trazer de volta aquilo que se queria. Mas era a única coisa que ela sabia fazer até então. E quanto aos sentimentos, também era a única coisa que ela sabia. E foi, por muito tempo, sentimental demais.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Coisas velhamente novas


Já tinha me decidido a um tempo que tinha que mudar o nome desse meu blog.
Não é mais um diário e muito menos adolescente. Essa fase da minha vida já passou e agora estou entrando em outra. Eu mudei, minhas ideias e convicções mudaram. Isto tinha que mudar também.
Pensei em muitos nomes e cheguei a mudar dia desses para "deixe que diga". Mas ao me deitar a noite, percebi que é um nome comum, um nome clichê. Queria algo diferente. Algo novo. Mas que tivesse algo de velho.
Por um instante percebi como seria o mundo se ele fosse do jeito que a gente quisesse que fosse. Metade de uma vírgula é muito pouco, é muito pequeno. Mas é aí que está onde quero chegar.
Do pouco e do pequeno, das coisas simples e imperceptíveis, que se constroem coisas de dimensão grandiosa. Grandes ideias foram pequenas um dia.
Assim pode ser a nossa vida.
Podemos dar a dimensão que nós quisermos.
O resto é só detalhe. O resto pode ser uma meia vírgula.
Que pode ser lucro. Ou não.

Fica então algo renovado, mas com um toque do passado.